Felipão diz que chorou por dias na Copa e descarta volta ao Brasil

27 de Mar de 2017

Tranquilidade. Esse é o mantra do técnico Luiz Felipe Scolari, 68, desde junho de 2015 -um ano após o ocaso da Copa de 2014-, quando deixou o Brasil rumo à China para treinar o Guangzhou Evergrande, clube no qual está até hoje. Felipão é capaz de repetir o termo várias vezes ao longo de uma hora.

Twitter: @ItapebiAcontece



Em breve visita ao seu país natal, o treinador, retraído desde o Mundial, aceitou ser entrevistado pela Folha de São Paulo. Com ar sereno, o sotaque gaúcho afiado e as caretas conhecidas, ele falou de passado, presente e futuro.

Não se furtou de admitir que chorou por dias a trágica derrota por 7 a 1 para a Alemanha na Copa de 2014, mas diz que não mudaria nada do que fez naquele dia.

Dono de seis títulos na China, analisou com realismo o futebol local, ainda distante dos polos mais tradicionais, mas em trilha veloz de desenvolvimento; e projetou seu futuro longe do Brasil, tanto da seleção como dos clubes, adiantando que deve marcar presença em uma das duas próximas Copas do Mundo, 2018 ou 2022, comandando uma seleção da Ásia.

Você está há dois anos trabalhando no Guangzhou Evergrande. Como avalia esse período?

Scolari – A qualidade de vida é excelente. Posso elogiar todos os sete países em que trabalhei. China tem tranquilidade, segurança. As pessoas são muito corteses. É tranquilo para trabalhar. Temos um esquema de trabalho muito tranquilo: o CT é fechado, tem entrada de torcedores uma vez ao mês, é permitida a entrada da imprensa uma vez na semana, nos treinos que antecedem os jogos. É uma situação tranquila para o técnico e para viver. Estou feliz, tenho contrato com eles até o final do ano e tenho opção de renovar por mais um ano. Quero continuar no Guangzhou, mas dependo de resultados, já que o time é campeão chinês dos últimos seis anos.

Você foi recebido com uma faixa de “bem vindo, general”. Qual é a imagem que os chineses têm de você?

Eles tem a minha imagem como a de um lutador pela equipe. Eles ficam boquiabertos porque o time está ganhando de 3 a 0 e estou na beira do campo brigando, pedindo falta. Eles não acham que isso é o procedimento de alguém que poderia estar tranquilamente no banco. Os próprios jogadores me receberam com um pouco de receio, mas depois do primeiro mês eles falam a todos que sou um dos técnicos mais compreensivos. É só uma questão de imagem.

Como é viver na China?

Muita segurança. Moro em um condomínio fechado em Guangzhou e saio 8 horas da noite para caminhar por quilômetros sem problema algum. Não existe nenhum problema. Vivemos bem. Tudo que imaginares de alimentação, tecnologia, etc., é tranquilo. O clube paga tudo no dia certo, corretíssimo. Não existe interferência alguma do dono do clube.

Você tem repetido a palavra “tranquilidade”. É um refresco trabalhar na China para quem passou quase toda a carreira no Brasil?

Mas isso é uma coisa errada que dizem. Metade da minha carreira foi fora do Brasil. Tenho 34 anos de técnico e passei 17 deles fora do Brasil. A China é mais tranquila porque a forma de pressão é diferente, embora este ano vá ser bastante competitivo, mais do que outros anos. Tivemos mais investimento de outros clubes, e como somos campeões há seis anos começou a ficar mais difícil.

Temos a impressão de que os jogadores da China são ruins. O Corinthians trouxe o Zhizhao, que não deu certo. Qual é o nível técnico dos atletas?

Mas o Corinthians não trouxe jogador de seleção, eles tinham interesse em intercâmbio. O capitão da minha equipe jogou na Inglaterra e na Escócia. Tenho jogadores que estariam em qualquer equipe da Europa. Depende do que você imagina de um jogador chinês. Se jogássemos a Série A do Brasileiro, brigaríamos por uma posição entre 6º e 12º. Os jogadores chineses são bons. E no futebol chinês tem brasileiros muitos bons. No meu time, estão Ricardo Goulart, Paulinho e Alan, que estão fazendo coisinhas, viu? Renato Augusto está jogando muito. Ramires, Alex Teixeira, Gil, Tardelli…

Já é possível comparar o Campeonato Chinês com o Brasileiro?

Não. Ainda faltam passos a serem dados, que não sei se serão dados pela Federação, porque precisa de muita organização e tempo. Precisa de campeonatos sub-17, sub-19, sub-20, que não existem lá. Como vão revelar jogadores? Eu comento, mas não entro no mérito da questão. Lá na China eu quase não indico jogadores para contratar. Quem faz isso é o clube, que me consulta, claro. E a minha função é treinar a equipe, sem discutir valores, nomes…

O presidente Xi Jinping adora futebol e tem o projeto de transformar a China em uma potência no esporte. Como você vê isso?

Ele está dando bons passos para isso. Ele colocou o futebol como currículo escolar. Os colégios estão criando mais campos de futebol com auxílio do governo. Futuramente, com mais de 1 bilhão de habitantes, teremos bons meninos encaminhados no futebol.

Como o Estado influencia na rotina do futebol?

O Estado participa com a organização do clube, trata com a direção, presidência, e têm as suas definições. Mas o Estado não influencia nas situações [do dia a dia]. Os clubes têm, penso eu, liberdade para tomar as decisões. Os investimentos são feitos pelo Estado de maneira mas volumosa do que imaginamos, mas não sabemos exatamente.

Como você vê as limitações do futebol chinês, como redução do número de estrangeiros e obrigação de escalação de um jogador com menos de 23 anos como titular?

Atrapalha, claro. Se eu quisesse, ou qualquer outro treinador quisesse, eu escalaria um sub-23. A gente compreendeu a ideia, e eu já vinha fazendo isso [promovendo renovação] desde que cheguei no Guangzhou. Na atual situação, alguns técnicos escalam esses jogadores por obrigação e os tiram depois de 15 minutos. Isso não é desenvolver jogadores sub-23. Tudo isso tinha que ser estudado com antecedência, com pelo menos um ano e meio para os clubes se prepararem. Mas foi feito uma semana antes do início do campeonato.

Após a venda do Oscar para o Shanghai SIPG, o técnico do Chelsea, Antonio Conte, disse que a China é um perigo para o futebol mundial…

Eles que não vendessem. Muito bonito: entrou um monte de dinheiro, venderam bem, e aí é um perigo? Não venda. É fácil falar assim. O que aconteceu quando o Telê Santana foi para a Arábia Saudita? Começaram a ir para lá vários jogadores. Depois foi a vez do Japão, com Zico. Provavelmente, daqui a um ou dois anos a China vai parar. E então o que vamos fazer? Cada time tem cinco ou seis estrangeiros. Agora coreanos, australianos e japoneses também contam como estrangeiros. O que os times vão fazer no meio do ano? Vão vender, emprestar… Daí o europeu vendeu bastante e agora vai receber de volta alguns jogadores. A China é perigosa, mas recebem o dinheiro.

A China vive sob um regime autoritário e comunista. Como isso te afeta?

Vive-se lá como em uma democracia. Dentro do meu clube, falo abertamente com as pessoas, sem imposição ditatorial. E não vejo no dia a dia que me cerca um regime autoritário, e sim um país bastante aberto em relação ao que falam.

Você tem a mesma liberdade que no Brasil?

A mesma. Tem regras diferentes, então tenho que me adaptar. A vida é normal, simples, tranquila. É uma liberdade, mas com regras. Prefiro isso que uma anarquia.

Você saiu do país logo antes do impeachment e de toda a crise que se arrasta desde então. Como tem analisado esse momento?

É triste quando você está lá fora, defende o Brasil, fala com orgulho, e vê que tudo que sai de notícia daqui é ruim. A gente fica sempre vendido no assunto, parece que não tem arma para dizer que não é assim. Existe perspectiva de melhora, sim, mas parece uma novela, sempre com novos episódios.

No meu time, eles adoram o Paulinho, o Ricardo Goulart e o Alan. Mas principalmente o Paulinho, porque ele é um jogador que luta. O brasileiro é isso. Ele não vai à China só para ganhar dinheiro. Ele é profissional, joga porque gosta e se integra à equipe. E os chineses notam isso.

Esperamos que todas as ações sejam para que o Brasil tenha um caminho melhor daqui a 50 anos. Pode ser que meu neto vá começar a ver alguma coisa diferente. E morando lá fora parece que você não tem nenhuma forma de dizer que as coisas não funcionam como chegam as notícias.

Você pensa em voltar a treinar a seleção brasileira?

Não. Já passei duas vezes. Fiz meu trabalho dentro do que tinha de possibilidades, e agora a seleção tem outros parâmetros, rumos, tem outro treinador, está bem dirigida. Nunca trabalhei nos clubes pensando em ser técnico da seleção. Não penso nisso, não.

Agora tenho um bom trabalho com o Guangzhou. Já ganhamos um título em 2017, e precisamos ganhar mais um ou dois. Pretendo ficar na China por pelo menos mais dois anos.

O que tem achado do trabalho do Tite?

Muito bom. Mudou a personalidade da equipe, o astral, o ambiente junto à população, conseguiu os resultados, e hoje tem o grupo bem organizado na mão dele. Está no caminho certo.

O Tite tem por costume ligar para os treinadores dos atletas que convoca. Por conta das rusgas que vocês tiveram, ele não te ligou, certo?

Não. Mas ele mandou o Matheus [filho], que pelo que sei jantou com o Paulinho e o Alan. Acho que assistiu algum jogo. Se me ligasse, eu me responderia o que foi solicitado. Mesmo sem ligações eu passo opiniões que, se lidas ou ouvidas, podem ser analisadas por ele. Já falei de Alex Teixeira, Ramires, Alan, Ricardo Goulart, Renato Augusto…

Essa geração mais nova, à qual ele pertence, gosta de se embrenhar em discussões táticas com termos específicos: compactação, terços, etc.. O que você acha?

Os termos são diferentes, mas tudo é igual. Pressão alta é marcação da intermediária para frente. Primeiro terço, segundo terço… A gente diz defesa, meio-campo e ataque. É uma nomenclatura nova. Eu não uso, mas não quer dizer que não treine como são treinadas as equipes hoje. O importante é ganhar.

Pensa em voltar ao futebol brasileiro?

Não. Tenho até outro tipo de proposta, de um clube grande da Europa para a próxima temporada. Tenho também proposta para dirigir equipe como manager na Europa. Voltar para ser técnico no Brasil eu não quero. Vou ficar mais meio ano na China, e depois provavelmente vou ficar mais um ano, renovando o contrato. Quero ficar no mínimo mais dois anos na China, e depois vou pensar no que fazer. Agora que eu estou no Brasil, escreveram que eu vim porque estou saindo de lá, que estou me aposentando, que estou doente… O presidente do clube me mandou mensagens, ficou preocupado. Não tem nada disso. Tenho família, filhos, por isso viajei para cá.

Agora, pelo que eu iria brigar aqui no Brasil como treinador? O que acrescentaria ao meu currículo? Confusão na minha vida. As pessoas aqui confundem situações de campeonatos, de jogos e acontecimentos. Mesmo que fôssemos campeões, apagaria o que aconteceu na Copa de 2014? Não. As pessoas se lembrariam da Copa de 2002? Não. Tem canal de televisão que diz que os grandes campeões foram 1970 e 1994. Para eles, 2002 não existe. Fica uma situação que não quero mais viver. Há meio ano atrás, recebi o convite de uma das maiores equipes de futebol do Brasil para ser manager. Mas disse que não.

Quem sabe eu ainda vá para outra Copa. Escreve o que estou te dizendo hoje.

O Xi Jinping gosta de você, então?

Não, não é a China. A China está com o Marcelo Lippi e tem dificuldades enormes para classificar para 2018. Se ele conseguir ajeitar o time, ainda vai brigar por um terceiro lugar para tentar passar, e tomara que aconteça, porque seria um grande passo para o futebol chinês. Eu ainda tenho uma possibilidade, sim, de voltar a uma Copa. Não por uma seleção da América do Sul, mas da Ásia. Pode ser na Rússia, mas também para 2022.

O que deu errado na derrota para a Alemanha na Copa de 2014? O que você faria diferente?

Não tenho muito o que justificar. Perdemos algumas bolas ali que… Hoje você olha o contexto do futebol mundial e o jogador tal que fez um gol de fora da área com o pé esquerdo nem chuta com o pé esquerdo. Aquele dia ele acertou. Além do mais, se tirarmos o Neymar e o Thiago [Silva] da equipe do Brasil, vão fazer falta. Podem querer crucificar o Thiago pela derrota para o Barcelona, mas não tem zagueiro melhor. Naquele dia, fizeram falta.

E deu tudo errado. Não faria nada diferente. Quando eu me comunicava com meus auxiliares, Murtosa, Parreira, e quando tínhamos a oportunidade de falar com pessoas que já jogaram futebol e que hoje são comentaristas, nós tivemos completo apoio de um, dois, três, sobre a forma de jogar. Depois, nenhum [comentarista] se manifestou.

O ex-presidente do Coritiba, Vilson Ribeiro, disse que ouviu seus soluços na noite após a goleada. Você se lembra disso?

Tu choras por muitas razões. Muitas vezes por felicidade, porque aconteceu alguma coisa muito boa na tua vida. Mas foi uma derrota frustrante, e que era pra chorar até hoje. Mas você chora um dia, chora outro, ou não chora e sente um pouco mais. Passei muitos dias triste. Agora, a vida continua. Só levanta de novo quem caiu e tem qualidades para levantar. Foi o que fiz. Estou muito contente com todas as atitudes que tomei depois da Copa. Lá na China já são seis títulos. E para mim o mais importante é que meus jogadores estão felizes porque estão jogando no Guangzhou.

O torcedor brasileiro é ingrato?

Não. Ele é induzido a ser ingrato. Mas ele não é. Não tenho nenhuma queixa de torcedor. Até quando alguém se aproxima para alguma colocação mais pesada sobre a Copa de 2014, vem com educação. Mas alguns setores da imprensa induzem o torcedor a agir com maldade. Isso eu acho absurdo e errado. E outra coisa: os técnicos não têm representatividade alguma. Nossa associação está fundada, nós financiamos, mas não temos representatividade. Vou te dar um exemplo claro: o Micale. Antes da Olimpíada, foi absurdo o que fizeram com o rapaz, poderiam ter acabado com a vida dele. Depois que ganharam, mudou tudo. E a nossa associação nada fez, nem uma cartinha de repúdio. Você pode dar sua opinião, mas não do jeito que foi.

Como tem visto a evolução do Neymar?

Estou muito contente com ele. Para mim, meu querido Neymar já está no nível dos dois melhores, Messi e Cristiano Ronaldo, e até o final do ano vai subir mais e brigar com eles pelas primeiras posições. E o Neymar é bom: tem caráter, é companheiro. Não tenho conversado com ele, mas acompanho.

Como tem visto o Grêmio e o Palmeiras, os clubes mais identificados contigo?

Grêmio vinha em uma dificuldade maior, mas ganhou a Copa do Brasil, este ano está na Libertadores. E fiquei muito contente com o que vi no CT do Palmeiras. O que o Paulo Nobre fez pelo Palmeiras merece 50 bustos. O Palmeiras vai se tornar um dos dez maiores do mundo com certeza, e isso por causa do que o Nobre fez. Estou levando fotos para os chineses do Guangzhou para mostrar que o Palmeiras tem condições de receber nossa pré-temporada. As dependências são espetaculares. Nesse sentido, meu time também melhorou muito: quando cheguei, tínhamos poucos aparelhos de musculação, não havia um vestiário apropriado para o trabalho. Os passos que foram dados pelo Guangzhou foram gigantescos.

Você já enfrentou o Renato Gaúcho e já treinou o Cristiano Ronaldo. Recentemente, o Renato disse que foi melhor que o português. Concorda?

Eu li e ri bastante. O Renato e o Cristiano são idênticos na forma de jogar: têm imposição física, são goleadores. Sempre falei isso. Mas o Renato é uma figura, está pouco ligando. Considero os dois do mesmo nível. Treinei times contra o Renato, e colocava meu lateral para chegar junto nele, batia um pouquinho para deixá-lo um pouco assustado. Para quem é gremista, como eu, ele é uma lenda.

A CBF é comandada pelo Marco Polo Del Nero, que não viaja para fora do país devido ao risco de ser preso. Isso não depõe contra o futebol brasileiro?

Não depõe contra. Não é o futebol brasileiro. Não é só o Brasil que está com problemas assim. Mundialmente, tem problemas. Nós olhamos mais a nossa casa.

Sim, eu acho que é uma situação que deveria ter uma tomada de posição. Mas quem é que pode impor alguma coisa? São os clubes, que não se rebelam. Quando é uma situação insustentável, quando tem uma situação com a sua mulher que é insustentável, você se divorcia.

Mas também tem que provar. Se há provas de que há alguma coisa errada, você apresenta aos órgãos competentes e eles tomam posições. Mas se não está explícito, como que vai fazer?

E mais uma coisa: eu nem sei se vale a pena o presidente viajar. Os jogadores cuidam das suas coisas; o treinador quer se ver livre. Não sei se ficar em casa não é a melhor coisa mesmo.

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