Familia Lemos

01 de Abr de 2012

OSCAR SÉRVULO LEMOS, Estatura de 1,65m, Oscar Sérvulo de Lemos, filho de Manoel Corbiniano de Lemos e Maria Delvina Paim de Lemos, nasceu no dia 23 de dezembro de 1899 em Santo Amaro da Purificação, cidade do recôncavo baiano. Mudou-se para Itapebi, em 1944, no extremo sul da Bahia.

 

          OSCAR SÉRVULO LEMOS   1899 – 1968

 

Oscar foi casado com Hilda Barbosa de Lemos com quem teve doze filhos: Haroldo, Hermes, Herval, Gerosina, José Pedro, Maria Delvina, Manoel Corbiniano, Maria D´Ajuda, Antonio, Maria das Graças, Maria do Carmo e Sérvulo Eduardo.

Homem de bom caráter e muito prestativo, gostava de ajudar as pessoas. Seu Oscar, como era conhecido, gostava de recepcionar as pessoas que visitavam a cidade ou viajantes que chegavam a negócio. Logo falava da cidade, das pessoas e de tudo que se relacionava com aquela terra que adorava. Agia de forma agradável e amável com todos.

Sempre que se iniciava qualquer construção na cidade (calçamento, praça, escola etc.), lá estava Seu Oscar como “mestre-de-obras”. Era tido como certo que ele daria sua opinião. Fazia questão de estar presente e acompanhar, passo a passo, a realização das obras, apenas apreciando ou apresentando novas idéias, às vezes aceitas outras não.

Oscar Lemos sonhava muito. Queria ver todos os filhos formados, mas era uma família muito numerosa, o que tornava difícil oferecer condições a todos para continuarem os estudos. Sentiu-se realizado com a formatura dos filhos Haroldo, Gerosina e Maria Delvina.

Como oficial de farmácia, tinha sociedade com Rafael Tosto na Farmácia Ypiranga. Apesar de existirem dois médicos na comunidade naqueles tempos (Dr. Rochinha e Dr. Edgard), Oscar era chamado constantemente, a qualquer hora do dia ou da noite, para prestar atendimento a alguém com problemas de saúde. Era comum as raparigas da Rua do Brega o procurarem para tratar doenças infecto-contagiosas.

De tanto conviver com as questões médicas, houve ocasião em que sua esposa Hilda se viu na situação de ter que fazer o papel de enfermeira.

Nos idos de 1950, aconteceu uma briga de rua entre canoeiros e trabalhadores rurais, em que um dos contendores sofreu ferimentos com golpes de facão, resultando enormes cortes em quase todo o corpo. Populares levaram logo a vítima para a porta da casa de Seu Oscar. Foi então que Dona Hilda, ao se deparar com aquela cena, se prontificou e mandou colocá-lo dentro de casa e, de imediato, adotou procedimentos cirúrgicos: apanhou agulha e linha cirúrgica e passou a costurar os cortes. Por sua vez, Seu Oscar adotava os demais procedimentos: procurou vendar os olhos do paciente (cobrindo com gases e esparadrapo), colocou sulfamida nos ferimento e administrou antibiótico e antiinflamatório. Tomadas todas as medidas que estavam ao alcance naquele instante, mantiveram o paciente como hóspede por alguns dias, alimentando-o e oferecendo todos os cuidados.

Católicos praticantes, Oscar e Hilda organizavam festejos em homenagem a Santo Antônio, com noiteiros e tudo. Era festa de 1º a 13 de junho que virava a noite, com dança, comidas típicas e licor, da mesma forma como eram as festas na casa de Dona Niquinha e de Dona Elza.

Embora pouco se envolvesse nas questões políticas, Oscar chegou a ser eleito suplente de vereador. Era um adepto da família Stolze, que comandou a política da cidade durante muitos anos.

Apaixonado por música, chegou a tocar flauta na Filarmônica de Belmonte. Em Itapebi, foi um ativo diretor da Sociedade Filarmônica. Por ocasião da assembléia para eleição da diretoria e aprovação dos estatutos da Sociedade Filarmônica 1º de Janeiro, no dia 20 de novembro de 1955 (reunida na sede da Lira na Rua 28 de Setembro em Itapebi), Oscar foi aclamado para presidir aquela sessão.

Naquela mesma sessão, em que Gilberto França Carvalho foi eleito para presidir a sociedade musical, Oscar foi eleito Vice-Presidente. Usando da palavra, já depois de empossado, agradeceu o cargo para o qual fora eleito e firmou o compromisso de trabalhar animadamente para o engrandecimento da entidade.

Oscar Lemos faleceu em 1° de agosto de 1968 em decorrência de problema cardíaco (enfarto do miocárdio). Foi sepultado no cemitério de Quintas, em Salvador. Posteriormente, os restos mortais foram transferidos para o mausoléu da família em Santo Amaro da Purificação, na Bahia.

 

Itapebiacontece.com

Informações Manoel Corbiniano 

 

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