Imagens: Reprodução web
Endrick não foi apenas uma promessa cumprida, foi a prova definitiva de que a base do Palmeiras estava em outro patamar.

O raio caiu três vezes na base do Palmeiras. E quem acompanha o futebol de formação do Verdão já começa a entender que isso não é coincidência, é trabalho, método e visão de futuro.
A primeira vez que o raio caiu foi com Endrick. Um fenômeno geracional, um jogador que pulou etapas, mudou jogos decisivos com poucos minutos em campo e saiu do Palmeiras direto para o Real Madrid, carregando consigo o selo de “jóia rara” formada em casa. Endrick não foi apenas uma promessa cumprida, foi a prova definitiva de que a base do Palmeiras estava em outro patamar.
Pouco tempo depois, quando muitos achavam impossível repetir o feito, o raio caiu pela segunda vez. Estêvão surgiu como um talento ainda mais precoce, com uma maturidade absurda para a idade, drible curto, visão de jogo refinada e personalidade de craque. Mais uma vez, o Palmeiras mostrava ao Brasil e ao mundo que sua base não revela jogadores por acaso. Revela protagonistas.
E agora, quando parecia cedo demais para um novo fenômeno, o raio cai pela terceira vez.
Surge Eduardo Conceição.

Apenas 16 anos, nascido em 2009, Eduardo simplesmente dominou a Copinha. Hoje, em uma atuação que já entra para a história do torneio, foram quatro gols e três assistências. Não foi um bom jogo. Foi um atropelo. Ele deitou no jogo, decidiu quando quis, participou de praticamente todos os gols e mostrou algo que não se ensina: instinto de craque.
Eduardo Conceição não jogou como promessa. Jogou como quem já sabe que nasceu para isso. Com personalidade, inteligência, técnica e um senso coletivo raro para alguém tão jovem. Não é exagero dizer que o Palmeiras pode estar diante de mais um talento avaliado em 100 milhões de euros, seguindo o mesmo caminho de Endrick e Estêvão.
O que impressiona não é apenas o talento individual, mas o padrão que se repete. O Palmeiras criou um ambiente onde o jovem não apenas aparece, mas evolui, amadurece e explode no momento certo. A Copinha, que sempre foi vitrine, virou palco para confirmações.
Eduardo Conceição é mais que um nome promissor. Ele representa a continuidade de um projeto vencedor. Representa o futuro do Palmeiras. Representa a certeza de que a base do Verdão não vive de lampejos, vive de excelência.
O futuro do Palmeiras já chegou — e ele veste verde.

A estrutura de captação e o investimento pesado nas categorias de base não apenas geraram retorno financeiro recorde, mas garantiram que o clube não dependesse apenas de um único nome. Hoje, o Palmeiras não apenas revela jogadores; ele dita o ritmo do mercado internacional, provando que a excelência virou rotina na Barra Funda.
ItapebiAcontece – Studio Salvador






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