Marmitas doadas a moradores de rua em Itapevi tinham "chumbinho", confirma polícia

Brasil
30 de Julho de 2020 11h07

Os dois passaram mal e foram levados ao Pronto Socorro Central de Itapevi, onde morreram.

Twitter: @ItapebiAcontece

Foto: Reprodução/CNN 

O delegado responsável pelo inquérito que investiga as mortes de dois homens em situação de rua, após comerem marmitas doadas em Itapevi, confirmou, nesta quinta-feira (30), que os alimentos estavam envenenados com chumbinho. 

José Luiz de Araújo Conceição, de 61 anos, e Vagner Aparecido Gouveia de Oliveira, de 37, receberam os alimentos em um posto de combustível abandonado no Jardim Santa Rita, em Itapevi, na Grande São Paulo, na noite de 22 julho. Os dois passaram mal e foram levados ao Pronto Socorro Central de Itapevi, onde morreram.

Imagens de câmeras de segurança próximas ao local registraram o momento que carros passam pelo local e a doação é realizada.

 

Além dos homens, um menino de 11 anos e um adolescente de 17 anos passaram mal depois de também comer a marmita e foram hospitalizados. O menino segue internado em recuperação. O jovem já recebeu alta.

Em entrevista à CNN, Flavio de Araújo, pai do garoto de 11 anos e namorado da adolescente, disse que ganhou do amigo Vagner Aparecido Gouveia de Oliveira três marmitas. "Eu estava na minha casa e o Vagner chegou e me deu três marmitas. Meu filho comeu e passou mal. Minha namorada comeu e passou mal. Eu só comi a mistura que veio na marmita, por isso, acho que não passei mal", contou.

À época do crime, o delegado Aloysio Ribeiro de Mendonça Neto, responsável pelo caso, afirmou que a polícia trabalhava com três linhas de investigação: a comida ter sido entregue contaminada, alguém ter contaminado a comida depois de ter recebido ou a comida estar estragada.

O caso segue em investigação.

Além dos homens, um menino de 11 anos e um adolescente de 17 anos passaram mal depois de também comer a marmita e foram hospitalizados. O menino segue internado em recuperação. O jovem já recebeu alta.

Em entrevista à CNN, Flavio de Araújo, pai do garoto de 11 anos e namorado da adolescente, disse que ganhou do amigo Vagner Aparecido Gouveia de Oliveira três marmitas. "Eu estava na minha casa e o Vagner chegou e me deu três marmitas. Meu filho comeu e passou mal. Minha namorada comeu e passou mal. Eu só comi a mistura que veio na marmita, por isso, acho que não passei mal", contou.

À época do crime, o delegado Aloysio Ribeiro de Mendonça Neto, responsável pelo caso, afirmou que a polícia trabalhava com três linhas de investigação: a comida ter sido entregue contaminada, alguém ter contaminado a comida depois de ter recebido ou a comida estar estragada.

O caso segue em investigação.

 

ItapebiAcontece / CNN

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