Debandada: Delegação da Seleção Brasileira desembarca no Rio com apenas um jogador; elenco e Ancelotti foram curtir férias

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Imagens: Reprodução web

CBF disponibilizou voo fretado para o retorno, mas embarque era opcional para atletas e comissão técnica.

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A delegação da Seleção Brasileira desembarcou no Rio de Janeiro na madrugada desta quarta-feira (8), trazendo uma cena que chamou a atenção: apenas um dos 26 jogadores convocados para a Copa do Mundo estava no avião. O voo fretado, bancado pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF), era opcional, e quase todo o elenco preferiu não retornar ao Brasil de imediato.

O único atleta que decidiu voltar ao país na aeronave da confederação foi o lateral-direito Danilo, do Flamengo. Além dele, o jovem goleiro da base rubro-negra, Léo Nanetti — que viajou para ajudar nos treinos —, além de dirigentes, membros do staff e da comissão técnica formavam o restante dos passageiros. O técnico Carlo Ancelotti e os outros 25 jogadores preferiram ficar nos Estados Unidos ou seguir para outros destinos para aproveitar o período de férias.

Silêncio no desembarque

No aeroporto, a imprensa aguardava para ouvir os atletas após a eliminação. Houve uma tentativa de retirar Danilo pelo Salão Nobre, mas o lateral acabou saindo pelo portão principal. Apesar de mudar o trajeto, ele preferiu passar direto e não falou com os jornalistas.

CBF defende permanência de Ancelotti

Quem parou para dar explicações foi Rodrigo Caetano, coordenador executivo da CBF. Mesmo com a eliminação precoce do Brasil diante da Noruega, ainda nas oitavas de final, o dirigente defendeu a continuidade do treinador italiano para o próximo ciclo de olho no futuro.

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“Por mais que o resultado realmente não tenha sido o esperado por todos nós, tivemos muitos jogadores jovens que ganharam minutagem e até se afirmaram nesta Copa do Mundo. Acho que é a partir daí que começamos a pensar nos amistosos de setembro e outubro”, declarou Caetano, destacando a importância de manter a estabilidade da comissão técnica.

O coordenador também fez um balanço dos 16 meses de trabalho do comandante. “Infelizmente, paramos nas oitavas de final, mesmo com a seleção em evolução. Ainda assim, a avaliação é positiva. Se não fosse, ele não teria permanecido nem tomado a decisão de seguir no cargo”, concluiu.

ItapebiAcontece / Fonte: Terra