Imagens: Reprodução web
Com quase 70 anos de carreira, o jornalista se consolidou como uma das maiores referências do jornalismo político.

O jornalismo brasileiro se despede de um dos seus maiores nomes. Morreu na última terça-feira (21), aos 91 anos, o jornalista Carlos Henrique Esquivel Bastos, em Porto Alegre (RS). Ele estava internado desde o dia 11 de julho no Hospital Moinhos de Vento tratando de complicações cardíacas e renais.
Conhecido carinhosamente como “Bastinhos”, o comunicador iniciou sua trajetória em 1955. Ao longo das décadas, deixou sua marca em veículos de peso como o jornal Zero Hora, a Rádio e TV Gaúcha e a Rede Globo. Em 1969, viveu um dos momentos mais marcantes da sua carreira ao integrar a equipe responsável pela criação do Jornal Nacional, o principal telejornal do país.
Trajetória de peso na política
Com mais de sete décadas de dedicação à imprensa, Carlos Bastos foi uma das maiores referências na cobertura política nacional e do Rio Grande do Sul. O jornalista acompanhou de perto momentos históricos do Brasil, como a Campanha da Legalidade em 1961, e esteve ao lado de figuras icônicas do poder, como Getúlio Vargas, João Goulart e Leonel Brizola.
Além dos microfones e das redações, também esteve à frente da Superintendência de Comunicação Social da Assembleia Legislativa gaúcha e foi secretário estadual de Comunicação durante o governo de Alceu Collares.
Homenagens e despedida
O velório do jornalista acontece na manhã desta quarta-feira (22), a partir das 9h30, no Salão Júlio de Castilhos da Assembleia Legislativa do RS. O sepultamento está marcado para as 17h, no Cemitério São Miguel e Almas, na capital gaúcha.
Carlos Bastos deixa a esposa, Ana Maria Lopes de Almeida Bastos, quatro filhos e quatro netos.
ItapebiAcontece – Com informações do Jornal A Tarde.






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