Passada a apuração de domingo, Itapebi desenhou com clareza o seu mapa político.

1. O grupo de Norma Queiroz encolheu.
Em 2022, com apoio declarado ao deputado estadual Raimundinho da JR, o grupo alcançou 1.185 votos. Em 2026, com a mesma estratégia, caiu para 953 votos. São 232 votos a menos, uma perda de quase 20%. O dado revela desgaste e dificuldade de transferir voto.
2. O grupo do prefeito Isan cresceu e ampliou o alcance.
Em 2022, ainda na gestão Peba, Robinho puxou 1.686 votos para deputado estadual. Era um voto concentrado em um único nome.
Em 2026, na gestão Isan, o grupo mostrou outra capacidade: dividiu o apoio de forma estratégica entre três nomes da base e somou muito mais.
> Cláudia Oliveira: 509 votos
> Laerte do Vando: 1.822 votos
> Léo de Neco: 148 votos
> Total do grupo: 2.479 votos
O crescimento é de 793 votos, ou +47% em relação a 2022. Isso não é só tração, é ampliação. Quando um grupo consegue ter votação expressiva em 3 candidatos ao mesmo tempo, ele prova capilaridade em todos os bairros.
O que isso significa:
Norma mantém voto de opinião, mas com teto. O grupo de Isan transformou voto de opinião em voto de estrutura, com resultado em urna. Em política local, quem amplia o arco de alianças governa o próximo ciclo.
Um grupo encolheu 20%. O outro cresceu 47%.
Quem tem entrega, amplia. Quem só tem narrativa, encolhe.
ItapebiAcontece






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