Em encontro com Trump, Lula busca derrubar tarifaço de 37,5% que ameaça economia

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Imagens: Reprodução web

Lula manifestou otimismo por um recuo de Trump sobre o imposto, que segue em fase de planejamento e ainda não foi aplicado.

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Os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Donald Trump podem se reunir ainda este mês para discutir o “tarifaço” de até 37,5% anunciado pelos Estados Unidos contra os produtos brasileiros. A taxa, que gerou alerta na economia nacional, felizmente ainda não está em vigor.

O encontro estratégico entre o petista e o republicano deve acontecer durante a cúpula do G7 (grupo que reúne as sete maiores economias do mundo), que será realizada entre os dias 15 e 17 de junho de 2026, em Évian, na França. Recentemente, Lula declarou publicamente que espera um recuo por parte de Trump antes que a medida comece a valer.

Mobilização em Brasília

O Palácio do Planalto e o Ministério das Relações Exteriores (Itamaraty) correm contra o tempo para fechar a agenda entre os dois líderes. O Brasil não faz parte do G7, mas foi convidado para o evento no ano passado pelo presidente francês, Emmanuel Macron.

Inicialmente, Lula não pretendia comparecer, mas mudou de ideia e aceitou o convite justamente após a ameaça tarifária de Trump. Agora, a ordem do presidente brasileiro é usar todas as frentes diplomáticas possíveis para garantir essa conversa olho no olho.

Planos B e riscos no horizonte

Apesar do esforço brasileiro, a reunião bilateral ainda não está confirmada, já que depende do aval de Trump. Caso o americano recuse o encontro, o governo Lula já estuda alternativas:

Discurso firme:

 Usar os holofotes e a tribuna do G7 para alertar o mundo sobre os riscos que a política protecionista dos EUA traz para a economia global.

Novos mercados:

Buscar parcerias com outros países que também foram afetados pelas taxas de Trump, intensificando o comércio fora do eixo americano.

Alerta de risco:

 Bastidores de Brasília avaliam que essa segunda opção (bater de frente e buscar novos aliados comerciais) é a mais arriscada, pois poderia irritar a Casa Branca e provocar novas sanções econômicas contra o Brasil.

O ItapebiAcontece segue acompanhando os desdobramentos dessa viagem que pode definir os rumos do bolso dos brasileiros nos próximos meses.

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