A ex-primeira-dama do Brasil. Michelle Bolsonaro – Foto: Sergio Lima/AFP
Ao esquivar-se de polêmica envolvendo o enteado, Michelle declarou que seu único foco no momento é cuidar de Jair Bolsonaro.

Imagem: Reprodução web
Em meio ao racha político e à forte crise que balança a pré-campanha presidencial do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) — por conta de sua ligação com o caso Banco Master —, a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro resolveu “sair de banda”. Questionada sobre os impactos do escândalo na noite de terça-feira (19), ela evitou a todo custo comentar o assunto.
A saia justa aconteceu na saída do evento de lançamento da pré-candidatura de Maria Amélia, empresária do ramo de docerias em Brasília. Sem querer entrar no fogo cruzado da família, Michelle disparou que a bronca deve ser cobrada diretamente do senador.
“Sobre o Flávio, você tem que perguntar pra ele. Eu estou cuidando do meu marido”, rebateu a esposa do ex-presidente Jair Bolsonaro ao responder um jornalista.
Fogo de bastidor no PL
A blindagem de Michelle tem motivo. Nos bastidores do Partido Liberal (PL), o nome da ex-primeira-dama voltou a ganhar força total como uma alternativa para disputar a Presidência da República, justamente por causa do desgaste pesado que Flávio vem sofrendo com a repercussão do caso.
Apesar do zum-zum-zum, aliados próximos de Michelle, caciques do partido e o próprio Flávio Bolsonaro correm para abafar a crise e descartam publicamente qualquer chance de substituição na cabeça de chapa.
Entenda a polêmica do “Dark Horse”
Para quem está por fora do bafafá, a confusão gira em torno do filme “Dark Horse”, uma cinebiografia ficcional inspirada na vida de Jair Bolsonaro. A produção virou alvo de investigação após o vazamento de áudios que mostram Flávio Bolsonaro negociando um aporte financeiro milionário com Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master.
O próprio Flávio já admitiu que correu atrás e conseguiu captar R$ 61 milhões para financiar o longa-metragem. No entanto, uma reportagem do site The Intercept Brasil revelou que a dinheirama teria sido enviada por uma empresa ligada a Vorcaro direto para um fundo administrado por outro irmão, Eduardo Bolsonaro, que atualmente mora nos Estados Unidos. O caso segue rendendo pano para manga nos bastidores de Brasília.
ItapebiAcontece- informações A Tarde






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